sexta-feira, 20 de julho de 2012

COMO 50 CARTAZES EM NOVA IORQUE PODEM DERROTAR O EXÉRCITO ISRAELENSE?


Palestina - Palestinian loss of land - 1946 to 2010
Henry Clifford, co-chairman of The Committee for Peace in Israel and Palestine, told FoxNews.com he paid $25,000 to display posters at 50 Metro-North Railroad stations for 30 days. They are to “educate and inform people” on the proper historical context of the region, he said.

Israel foi criado tendo como base a colonização da Palestina e o sionismo foi e continua sendo a ideologia desse processo colonizador.


A colonização sionista da Palestina tem como premissas básicas a expulsão do povo nativo palestino, a expansão territorial e a negação da identidade histórica, cultural e social dos palestinos enquanto agrupamento humano e como nação politica e geográfica. No Brasil, a colonização portuguesa utilizava-se da mão de obra negra escrava e indígena para extrair as riquezas naturais, tal como o ouro, e envia-las para Portugal. O sionismo, diferentemente do colonialismo português e de qualquer outro colonialismo da história, é o único que quer substituir um povo nativo, o palestino, por outro agrupamento humano, no caso os judeus.


Por mais que o sionismo procure justificar as razões desumanas e criminosas do seu processo colonizador, declarando que as perseguições aos judeus na Europa do século 18 e depois com o Holocausto, seriam a causa maior para estabelecer um Estado Judeu na Palestina, a verdade histórica prevalece e a justiça tarda, mas não falha. Ou seja, quando o sionismo mentiu dizendo que a “Palestina é uma terra sem povo, para um povo sem terra”, tinha como objetivo iludir a opinião publica mundial que na Palestina não havia palestinos e assim abrir o caminho para a expulsão, ocupação de territórios e a destruição de aldeias e cidades palestinas. Isso tem um nome: limpeza étnica da Palestina! É assim que o sionismo produziu os cerca de 5 milhões de refugiados palestinos que o cartaz (foto acima) informa, destruindo suas vilas e aldeias, confiscando e roubando suas terras e propriedades, no que é conhecido como a Nakba, a cátastrofe palestina, que tem como marcos os anos de 1947 e 48 e continua até os dias de hoje.


Um erro não justifica o outro: porque o sionismo, em nome dos que foram perseguidos e exterminados por Hitler, passou a perseguir e exterminar o povo palestino? Com o pretexto de proteger os judeus e não sofrerem mais perseguições, Israel, conduzido pela ideologia e as lideranças sionistas, se tronou o mais grave perigo contra os próprios judeus, já que Israel, com mais de 200 ogivas nucleares, produtor de guerras e massacres, construtor de um Muro do Apartheid, ocupante de terras pela força militar, carcereiro de pessoas que lutam pela sua liberdade, assassino de milhares e milhares de palestinos, colocou os próprios judeus num gueto trazendo mais insegurança do que segurança! Israel consegue, ao mesmo tempo, oprimir e massacrar o povo palestino e fazer com que os judeus sejam os representantes compulsivos das politicas suicidas de Israel!


Israel está isolada no Oriente Médio, construiu seu reduto de falsa segurança e não consegue fazer a paz verdadeira com os palestinos e árabes. Israel não cumpre as resoluções da ONU e as leis do direito internacional que apresentam as soluções para se chegar à paz. Estados Unidos é o único pais, a potencia imperialista, que mantem Israel em sua posição extremista, são, portanto dois extremistas, e os povos vão pagando a conta dessa aliança desastrosa que coloca em risco a própria paz mundial. 



Quando me deparei com a matéria dos 50 outdoors em Nova York que denunciam como Israel roubou as terras dos palestinos e, como consequência, a expulsão de suas terras e como o lobby sionista nos EUA reagiu a esses outdoors, quis trazer esse texto aos leitores para que possam, cada vez mais, contribuir para a paz, serem solidários com o sofrido povo palestino e terem a oportunidade de saber, de conhecer, de transmitir, em nome da justiça, que o quarto maior e mais bem equipado exercito do mundo pode ser derrotado com a verdade! A verdade é a arma mais poderosa, usem a verdade! A ideologia sionista fascista e seu exército israelense não suportam a verdade. Os judeus de todo o mundo só estarão livres e salvos de qualquer perseguição quando reconhecerem que Israel e suas politicas de ocupação e negação dos direitos nacionais do povo palestino não representam seus valores judaicos e gritarem em alto e bom som: Israel não age em nosso nome! Os judeus podem contribuir muito para virar o jogo da guerra e serem, juntamente com os árabes e palestinos, os construtores de uma nova era de justiça, paz e desenvolvimento no Oriente Médio e no mundo.

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A MATÉRIA NA FOX NEWS SOBRE OS CARTAZES EM NOVA IORQUE:

Provocative Palestine-Israel ads at New York train stations rile critics

sábado, 7 de julho de 2012

EMBAIXADOR PALESTINO NO BRASIL NÃO DUVIDA QUE ARAFAT POSSA TER SIDO ASSASSINADO


Yasser Arafat


Embaixador do Estado da Palestina no Brasil Ibrahim Alzebn



Embaixador palestino no Brasil não duvida que Arafat possa ter sido assassinado


Fonte: Agência Brasil - 06/07/12
 
 O embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, defendeu nesta quinta-feira (5) a realização de investigação internacional a respeito da morte do ex-líder palestino Yasser Arafat.
 
 Na última terça-feira (3), a rede de TV árabe Al Jazeera divulgou um estudo segundo o qual foi encontrada "uma quantidade não explicada e elevada de polônio 210" nos objetos que Arafat usava quando ficou doente, inclusive na sua escova de dentes.
 
 O estudo foi elaborado pelo Instituto Suíço de Radiofísica. Substância radioativa e altamente tóxica, o polônio é um elemento raro, produzido apenas a partir de reator nuclear.
 
 "Não duvido de que ele [Arafat] tenha sido, sim, assassinado", disse Alzeben quando questionado pela Agência Brasil. "Uma investigação internacional séria deve ser feita. Não sou cientista, mas não duvido de que as mãos de Israel estejam por trás dos assassinatos de nossos líderes."
 
 Yasser Arafat morreu em novembro de 2004, após ter ficado doente de maneira repentina. As causas permanecem inexplicadas até hoje.
 
 Nesta quarta (4), Suha Arafat, viúva do ex-líder da Organização de Libertação da Palestina (OLP), autorizou a exumação do corpo, que está enterrado em Ramallah, na Cisjordânia. As amostras retiradas do local devem ser levadas à Suíça, o que dependerá da permissão de Israel, que controla as fronteiras da Cisjordânia.
 
 "A justiça pode demorar, mas precisa ser feita. Esse caso precisa ser esclarecido", afirmou o embaixador Ibrahim Alzeben, que esteve em Curitiba participando de seminário promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato).
 
 Em entrevista coletiva, o embaixador criticou a política externa dos Estados Unidos e elogiou a do Brasil. "Não estamos satisfeitos [com o governo de Barack Obama]. Os Estados Unidos, como potência no mundo, poderiam contribuir muito mais para a paz no Oriente Médio." Alzebem disse esperar para os próximos anos uma visita da presidenta Dilma Rousseff à Palestina – Lula esteve no país em março de 2010.
 
 Quanto ao pedido de que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheça o Estado Palestino, formulado no ano passado, o embaixador negou se tratar de uma estratégia para isolar o governo israelense. "É um ato de direito. O que condena Israel ao isolamento é o fato de o governo se negar a reconhecer e a cumprir resolução da ONU. É a limpeza étnica da Palestina", criticou Ibrahim Alzeben. "Queremos pontes, não muros."
 
 De acordo com o embaixador, nenhuma das 49 universidades palestinas assinou termo de cooperação com instituições brasileiras. "Já assinamos um acordo com o Ministério da Educação do Brasil e estamos solicitando termos de cooperação e bolsas para estudantes palestinos virem pra cá."
 
 O embaixador da Palestina no Brasil criticou ainda a cobertura feita pela mídia brasileira sobre os conflitos no Oriente Médio. "A cobertura não tem sido equilibrada, os meios [de comunicação] têm os seus interesses e é preciso que correr muito sangue palestino para virar notícia", disse Alzeben, que é filho de refugiados e já trabalhou como jornalista. "Nosso povo quer deixar de protagonizar esse tipo notícia, se não no futuro imediato, nas próximas décadas."
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DELEGAÇÃO BRASILEIRA VISITOU ARAFAT MESES ANTES DE SUA MORTE

Em abril de 2004, uma delegação de parlamentares brasileiros visitou a Palestina ocupada com o objetivo de levar a solidariedade do Governo e do Parlamento brasileiros ao povo palestino e ao líder Yasser Arafat, Presidente da Autoridade Nacional Palestina e da OLP - Organização para a Libertação da Palestina. Foram os últimos brasileiros que estiveram com Arafat em vida, que venho a falecer em novembro do mesmo ano dessa visita histórica.


Delegação Brasileira e Yasser Arafat
A Delegacao da Frente Parlamentar Brasil-Árabe entregou a Bandeira Brasileira ao líder Yasser Arafat, na sede da Autoridade Palestina, onde ficou preso por mais de dois anos, cercado pelas tropas israelenses de ocupação. Segundo o secretário-geral da Frente, deputado Jamil Murad(PCdoB-SP), ao receber a bandeira Arafat a beijou para depois guardá-la.



Yasser Arafat reunido com deputados brasileiros
Foram os últimos brasileiros que estiveram com Arafat em vida, que venho a falecer em novembro do mesmo ano dessa visita histórica. Da esquerda para a direita: Yasser Arafat; Deputado Jamil Murad (PCdoB-SP), Chefe da Delegação e secretário-geral da Liga Parlamentar Árabe-Brasileira; Nilson Mourão (PT-AC); Leonardo Mattos (PV-MG) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
 A delegação brasileira foi acompanhada pelo embaixador da Autoridade Palestina no Brasil, Musa Amer Odeh; Embaixador do Brasil em Tel Aviv, Sérgio Eduardo Moreira Lima e pelo Presidente da FEPAL – Federação Árabe Palestina do Brasil, Farid Suwwan.




Yasser Arafat com os Deputados Jamil Murad e Nison Mourão
O deputado Nilson Mourão propôs a deflagração de uma campanha mundial pela liberdade do Presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat. Ameaçado de morte pelo governo de Israel, Arafat vivia confinado em seu quartel-general, em Ramallah, cercado pelas tropas israelenses de ocupação. "É um absurdo um presidente não poder visitar suas cidades. São os prefeitos e governadores que vão despachar com Arafat em seu quartel-general. E o mais grave é que nem todos podem sair de lá depois", lamentou.




Yasser Arafat e o Deputado Jamil Murad
"Arafat está preso há mais de dois anos. Então, receber uma delegação representando o Parlamento brasileiro para lhe dar solidariedade é importante. Nós viemos aqui numa missão contra a guerra e pela paz. Esse é o compromisso do Parlamento brasileiro, do Governo e do povo do Brasil" declarou Jamil Murad.




Yasser Arafat agradece aos Deputados brasileiros
O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat, agradeceu, em carta encaminhada ao gabinete do deputado federal Jamil Murad (PCdoB-SP), a visita da comitiva de quatro deputados brasileiros a Rammallah, na Cisjordânia, em abril deste ano.

 "É com muito apreço que escrevo esta carta ao caro irmão para expressar-lhe os meus sentimentos de profunda gratidão pela demonstração de grande apoio e solidariedade fraterna com o nosso povo", diz a carta de Arafat.

 "Consideramos extremamente valiosa a vossa postura solidária, humana e nobre, bem como a de todos os amigos da Liga Parlamentar Brasil-Árabe, Temos muito orgulho do vosso importante papel no fortalecimento e estreitamento das relações árabe-brasileiras, bem como da elevação dessas relações às mais altas posições", acrescentou Arafat no texto.





Deputados brasileros testemunham destruição na palestina
A delegação brasileira se comoveu com o drama vivido pelos palestinos. "É um povo acuado, vigiado e sem acesso aos direitos mais elementares, como o de ir e vir", afirmou o parlamentar acreano. Ele explicou que os muros estão separando cidades, pessoas e famílias. "Eles derrubam tudo para fazer as cercas. Vimos centros comerciais, escolas, hospitais e plantações destruídas para darem lugar ao muro. Israel está acuando os palestinos para forçá-los a irem embora e desistirem da criação de seu Estado, já reconhecido pela ONU", afirmou Nilson Mourão.

 Segundo o deputado, existem no mundo cerca de nove milhões de palestinos, com quatro milhões deles ainda resistindo e lutando nos territórios ocupados, pela criação do seu Estado. A grande maioria dos outros 5 milhões vivem em campos de refugiados na Jordânia, Síria e Libano.




Check point israelense em territórios palestinos
UM CHECK POINT / POSTO MILITAR ISRAELENSE NOS TERRITÓRIOS PALESTINOS OCUPADOS.
 São 720 postos militares que controlam a entrada e saídas dos palestinos. "É um verdadeiro horror. Para ir de uma cidade a outra, um processo que durava uma hora antes dos muros, agora leva até um dia inteiro. É comum ver pessoas morrerem ou crianças nascerem nos postos antes de seus familiares conseguirem autorização para entrar ou sair de uma cidade", relatou Nilson Mourão.




Deputados brasileiros conhecem o Muro do Apartheid israelense
MURO DO APARTHEID, DO RACISMO ISRAELENSE, MURO DA VERGONHA!
 Dois dias depois de se encontrarem com o presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, um grupo de quatro deputados federais foi vítima anteontem de um ataque com bombas de gás lacrimogêneo durante visita à Faixa de Gaza. Segundo relato do secretário-geral da Liga Parlamentar Brasil-Árabe e coordenador do grupo, deputado Jamil Murad (PC do B-SP), os parlamentares foram atacados por soldados do exército israelense quando foram visitar as obras do muro de 700 quilômetros (hoje são mais de 2000 kms) que Israel está construindo para isolar os territórios palestinos ocupados.

 Os deputados, que estão em Israel desde o início da semana, estavam acompanhados do embaixador do Brasil em Tel Aviv Sérgio Eduardo Moreira Lima, e pelo embaixador da Autoridade Palestina no Brasil, Musa Amer Odeh, quando os soldados israelenses jogaram bombas de gás lacrimogêneo. Os deputados estão em missão oficial da Câmara e, segundo Murad, tinham autorização para ver as obras do muro. Mas quando chegaram ao local, os soldados israelenses advertiram que eles não poderiam se aproximar do muro. Diante da insistência do grupo, os soldados jogaram bombas de gás lacrimogêneo.

 Os deputados saíram correndo do local e fizeram uma reclamação oficial junto à embaixada brasileira em Tel Aviv. Segundo o grupo de parlamentares, o protesto foi encaminhado às autoridades de Israel. "Ficamos muito assustados", disse Murad, através de sua assessoria. Ele afirmou que a presença de observadores internacionais não agrada Israel. Murad argumentou ainda que "conhecer a região de conflito entre Israel e Palestina reforça entre os parlamentares a convicção de que é necessário o Brasil reafirmar o apoio ao povo palestino". "Nós temos que fortalecer, porque o governo norte-americano e o governo Ariel Sharon fazem pressão sobre outros países para não votarem contra eles. Defendo que vá uma delegação de parlamentares à Corte de Haia reafirmar a posição do Brasil", alertou o deputado.





Deputados brasileiros são intimidados por soldados israelenses


Soldados israelenses intimidam deputados brasileiros
Delegação se defronta com as tropas de ocupação israelense!
Ao fazer um relato resumido de sua viagem, Nilson Mourão disse que os deputados brasileiros enfrentaram momentos difíceis quando foram conhecer o muro de 700 quilômetros de extensão e oito metros de altura que Israel está construindo para isolar os territórios palestinos ocupados. "Fomos ameaçados, xingados e intimidados. Como não saímos do local, soldados israelenses jogaram bomba de gás lacrimogênio próximo a nós na tentativa de nos amedrontar", relatou o petista. Nilson Mourão lamentou o episódio. "Se fazem isso com parlamentares em uma missão oficial com o conhecimento das autoridades de Israel, imagine o que não fazem com os palestinos", acrescentou.
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O mártir presidente palestino Yasser Arafat  na Mukataa (sede da Presidencia da ANP- Autoridade Nacional Palestina) quando foi cercado por tropas e tanques Israelenses .






Homenagem ao grande lider  Yasser Arafat, líder do povo palestino!


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OLP - Organização para a Libertação da Palestina - logotipo
Presidente da OLP - Organização para a Libertação da Palestina




ANP - Autoridade Nacional Palestina - logotipo

Presidente da ANP - Autoridade Nacional Palestina



Al Fatah - Movimento de Libertação Nacional Palestino - logotipo
Presidente da Al Fatah - Movimento de Libertação Nacional Palestino




Presidente Lula e Presidente Mahmud Abbas (Abu Mazen)
Presidente Lula e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas,
 durante declaração à imprensa – 2010 - Agência Brasil   / Foto de Ricardo Stuckert



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